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Reunião com clientes do Pour La Vie

Reunião realizada no dia 07/09/2016 no hotel Baobá em Taubaté, com os adquirentes do empreendimento Por La Vie, para esclarecimentos.

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postado em 07/09/2016

ATA REUNIÃO CLIENTES POUR LA VIE – 07/09/2016

 

Aos sete dias do mês de setembro de 2016, às 18h30min, no salão de convenções do Hotel Baobá, localizado à Avenida Independência, 3.249 na cidade de Taubaté, reuniram-se os adquirentes de unidades do empreendimento denominado Pour La Vie, localizado à Avenida Garcílio da Costa Ferreira, 01, Taubaté, com a presença dos compradores que assinam a lista anexada e da diretoria da construtora Ladeira Miranda. A reunião foi aberta pela Sra. Liege dos Santos, que deu boas vindas e apresentou o Sr. Flávio Benedito Santos Maia, que conduziu a presente. Sr. Flávio iniciou explanando sobre o empreendimento em questão, que se encontra paralisado há dois anos e partiu para a situação atual da Construtora Ladeira Miranda, informando brevemente que o grupo ingressou na última terça-feira - 30/08/2016 - com uma petição de recuperação judicial, que será explanada no decorrer da apresentação, e seguiu com a leitura da pauta conforme segue: Apresentação da empresa de estruturação; Situação das construtoras e incorporadores do Brasil; Petição Inicial de Recuperação Judicial ajuizada; proposta de recuperação judicial; os passos da recuperação judicial; retomada e entrega das obras; estruturação da Ladeira Miranda; Fluxo de informação para os clientes. O Sr. Flávio segue apresentando a MCP estrutural, empresa de consultoria na qual é sócio, discorre sobre seu histórico profissional e passa a palavra para que os presentes falem brevemente sobre suas expectativas e frustrações com relação ao empreendimento Pour La Vie. Segue a reunião falando sobre o panorama das incorporadoras no Brasil, mostra a capa da revista Exame com a frase: Imóveis, o sonho virou pesadelo, e coloca o áudio da reportagem completa para apreciação de todos. Flávio retoma a palavra e diz que o principal problema da construtora Ladeira Miranda foi ter confiado demais e demorado para pedir ajuda. Passa a palavra ao Sr. Rosemar Ladeira Miranda, sócio fundador da construtora, que afirma que não tinha mais condições de solucionar os problemas da empresa e que com a visão do Sr. Flávio novos caminhos se abriram e que está depositando total confiança em seu trabalho. Flávio usa o termo “dar a cara a tapa” para descrever o trabalho que fará. Esboça um diagrama de fluxos no Flipchart contendo: Ladeira Miranda, Fundo de Investimento e Investidores Profissionais e discorre sobre o papel de cada um no processo de financiamento da Obra Pour La Vie. Flávio fala sobre a recente aquisição que fez de uma sala comercial no empreendimento The One - também da construtora Ladeira Miranda - no intuito de proporcionar o mínimo de condições para a empresa, que estava sem pagar folha de pagamento e outras despesas básicas. Volta a falar sobre a lei de recuperação e falência, e diz que a recuperação judicial é a forma que menos afeta os “stakeholders”, que neste caso são os grupos de credores envolvidos. Detalha as etapas do processo, cita que o grupo econômico é composto por 3 empresas e 5 SPE´s, e diz que em caso de deferimento o juiz nomeará um administrador judicial, geralmente advogado, para acompanhar o andamento do processo, e que quem administra a construtora atualmente é ele próprio. Segue falando sobre os prazos e que hoje a chance real da recuperação judicial resultar na total recuperação do grupo Ladeira Miranda é de 50%, mas que com a evolução do processo as chances vão aumentando. Começa a mostrar fotos do empreendimento Pour La Vie, fala sobre as providencias tomadas nos últimos dias (limpeza da obra, ligação de energia e início do assentamento de piso nas unidades), menciona os percentuais executados da obra e que o custo para finalização é de 13,5 milhões de reais. Fala sobre um investidor italiano em potencial, que tem pleno interesse no empreendimento e diz que tem intensão de ir até a Itália para negociar pessoalmente, mas que o plano que está sendo traçado servirá para qualquer investidor. Diz ainda que o prazo concedido pelo juiz para uma recuperação judicial pode chegar a 18 anos, e que os clientes não serão afetados. Diz que a construtora não voltará a incorporar grandes edifícios, e que possui dois projetos de loteamentos em andamento que serão a fonte de receita da empresa para os próximos anos e que garantirão o cumprimento do plano de recuperação judicial. Faz um parêntese dizendo que não está trabalhando sem remuneração, que recebeu um apartamento no empreendimento Vie Nouvelle, cujo valor garante 12 meses de seu trabalho. Prossegue falando que o site da construtora será atualizado semanalmente com o andamento da operação e informações uteis aos clientes, e fixando uma data estimada para a próxima reunião com os adquirentes, que será próximo ao dia 15 de outubro de 2016. Coloca seus números de Whatsapp e celular à disposição de todos, pedindo para que liguem após as 20h. O condutor abre o espaço para perguntas, e um adquirente questiona o prazo para reinício da obra, que é respondido que a expectativa é de 45 dias a partir desta data. Outro proprietário pergunta quem irá executa-la e Flávio responde que o mercado dispõe de muita mão de obra no momento e que irão buscar mão de obra qualificada, mas com custo não muito elevado. O adquirente Tomáz Badaró pede a palavra e fala sobre a reunião que aconteceu com alguns representantes no mês de julho, que o que muda é que agora não vamos mais contar com a disposição do Fundo em ajudar. A adquirente Claryssa pede a palavra e pergunta sobre os laudos de avaliação que foram mencionados nesta mesma reunião, e Flávio responde que estão em andamento pela empresa Colliers e que sua equipe também está trabalhando em um laudo de avaliação com base na tabela PINI, que será divulgado no site nos próximos dias. Afirma ainda que o empreendimento não apresenta vícios estruturais. Outro comprador pergunta sobre o impacto das ações judiciais neste processo e Flávio responde que se a recuperação judicial for deferida não terá nenhum impacto, pois com a recuperação haverá um tempo para que a empresa se estruture. Outro adquirente pergunta se isso pode inibir os investidores e Flávio responde que o investidor aportará um recurso e ficará com as unidades de estoque, que o darão lucro ao término da obra, e que isso o coloca na posição de cliente. Uma adquirente pergunta se existe a possibilidade da multa por atraso não ser paga e Flávio responde que existem alguns caminhos para o pagamento: através da Ladeira Miranda – que não tem recurso, através do fundo e através dos investidores. A adquirente Claryssa pede a palavra e diz que a maioria dos clientes possui saldo devedor, e que já havia sido prometido o pagamento da multa através de abatimento, e que é a maneira mais razoável uma vez que o saldo devedor está sofrendo atualização. Flávio concorda que a multa é devida e diz que existe sim a intensão de pagar, mas fala sobre os rumos que a construtora pode tomar, quais sejam recuperação judicial deferida ou falência. O adquirente Ricardo de Moura pergunta sobre embutir o valor da multa no montante a ser aportado pelo investidor e Flávio responde não ser possível. Outro adquirente pergunta sobre cronograma e Flávio estima 12 meses para a finalização da obra. Um adquirente pergunta se os investidores tem conhecimento da recuperação judicial e Flávio diz que sim, o processo é publico. Outro comprador pergunta sobre as obras do Ideale e Flávio responde que para investidor as duas obras estão sendo tratadas em conjunto, mas que para retomada da obra o Pour La Vie será priorizado por já estar com 80% realizado. O adquirente Silvio Ramos volta ao assunto da multa e Flávio responde sobre prioridades: 1° entregar o empreendimento, 2° pagar a multa. O adquirente Marcelo Tonus pergunta sobre a possibilidade de congelar o saldo devedor visto o desequilíbrio entre a correção e a multa e Flávio diz que não pode responder, pois precisa de uma análise mais detalhada dos casos, e que formará alguns padrões para decidir as ações a serem tomadas a esse respeito para os diferentes perfis de compradores. Outro adquirente questiona a possibilidade do investidor italiano não fechar a parceria e Flávio responde que já possui planos B e C. O adquirente Luiz Cláudio pede a palavra, diz que possui duas unidades, e faz alguns questionamentos, entre eles sobre o grupo informal de adquirentes que foi formado. Tomaz Badaró pede a palavra e explica sobre o grupo, que se iniciou nas redes sociais e evoluiu para uma representação informal, com a intensão de ser formalizado. Luiz Claudio pergunta aos diretores da Ladeira Miranda qual a garantia de que a empresa MCP atuará realmente no empreendimento até a entrega da obra, e Flávio diz que existe um contrato, mas que se o grupo julgar que a empresa dele não é a mais adequada ele deixa o processo. O assunto segue com a orientação expressa de Flávio para que se forme a comissão oficial de adquirente, Luiz Cláudio pergunta do caso de falência e Flávio responde que esse é um dos motivos que tornam a formação da comissão fundamental. Tomaz diz que já foi feita uma primeira assembleia e que após registro da ata poderão ser incluídos quantos integrantes acharem necessário. Flávio cita o processo de falência que a empresa Gerdau ajuizou contra uma das empresas do grupo, o Ideale, e que se o juiz acatar todo o grupo econômico será afetado. O adquirente Ricardo Moura menciona que no discurso de lançamento do empreendimento Pour La Vie o diretor Cristiano garantiu que já possuía recurso para toda a obra. Cristiano pede a palavra e explica que de fato o fundo captou todo recurso necessário para obra, mas as liberações para a construtora não aconteceram conforme previsto, além de terem acontecido retiradas antecipadas por parte do fundo, que só deveriam acontecer ao término da obra. O adquirente Wanderlei Pereira entra no mérito do custo de sua unidade x valor vendido, mas o assunto não é concluído devido à necessidade de analise financeira, e Flávio finaliza com o comprometimento de que os balanços serão divulgados no site da empresa. Luiz Cláudio retoma ao assunto da formação da comissão, e pede acesso à lista de contato de todos adquirentes, mas o Flávio diz não poder divulgar por questão de sigilo, e afirma que não há necessidade da participação de 100% dos adquirentes. Assim, não havendo mais nada a tratar, às 21h30, o condutor encerra a presente reunião, cuja ata será conferida e assinada por ele, Sr. Flávio Benedito dos Santos Maia, bem como por mim, Tatiane Brandão Rodrigues, que secretariei e transcrevi a presente. Taubaté, 07 de setembro de 2016.








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